A cada ano o hiato entre uma eleição e outra tem diminuído. As redes sociais têm o papel de dar continuidade a uma comunicação que une esses dois extremos. Fim da contagem dos votos e inicio da nova pré-campanha.

E para 2020 “nada de novo no front”. A pré-campanha já está nas ruas e os mais antenados já iniciaram os trabalhos, a sedimentação do nome e a demonstração de que possui a vocação de servir, colaborar e participar de ações em benefício de uma comunidade, ou uma cidade são destaques.

Mas o que vem pela frente é merecedor de atenção especial. Em um dos extremos, teremos os resíduos da velha e desgastada política, com profissionais do voto que exercem o poder, e possuem militâncias em plena atividade, contra as bandeiras da renovação de um sistema fadigado e para combater a corrupção vem o novo.

Esse será o melhor ângulo para se posicionar e tentar fazer a diferença. A bandeira partidária ampliou um pouco mais, porém a rpresentatividade, não fará ainda a diferença. O eleitor procura políticos de credibilidade. Quando encontrar mais de um, votará em quem ele confia. E a confiança trata da persona e não do partido. Por isso em 2020, a identidade do político será um dos pontos que incidirá na decisão do voto do eleitor.

Com essa percepção os pré-candidatos já invadem as redes sociais propondo diferentes metas de trabalho. Como a enxurrada de mensagens, propostas e informações são as mais diversas possíveis, a estratégia de uma comunicação integrada é a melhor forma de ordenar as prioridades e passar ao eleitor a mensagem por completo, mesmo sendo fracionada ou prioridades de cada região.

Planejamento de comunicação e sedimentação da imagem são dois pilares a serem edificados, principalmente por aqueles que estão se lançando as vagas do executivo e legislativo pela primeira vez.  Por Roberto Musto